PERFIL



Nome: Ana S.T.

Nick: Cookie

Idade: 18

Residência: Debaixo da ponte, Portugal

Sobre mim: Uma freak que adora desenhar e escrever, muda de humor como uma beta vai ao shopping, está dependente de boa música para sobreviver, nunca chora com ninguém, faz toda a gente rir, adora rir!, gosta de ser 'diferente', sente-se realizada quando faz loucuras, e muitas outras coisas que para saber só conhecendo-me xD

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Quinta-feira, Dezembro 18, 2008

Porque é que as pessoas escolhem não viver? …Com a desculpa de não sofrer…? Será que não sofrem mesmo?

Porque é que as pessoas decidem não lutar quando percebem que aquilo que querem é difícil de atingir, quando percebem que podem nunca conseguir e sofrer no fim?
Será que não sofrem por nunca terem nada? Porque se nunca lutam por nada, nunca têm nada. Quem não tem nada pode ser feliz? Quem só tem coisas fáceis de ter pode ser feliz?

Porque é que as pessoas têm medo de dar um pouco delas? Porque é que acham que ao dar estão essencialmente a perder, só porque não conseguem os frutos desejados no acto de dar?

Eu acho que essas pessoas passam a vida a sofrer.
Não percebem…
A realização pessoal não se resume ao nosso egocentrismo, não se resume a receber de volta aquilo que damos (ou até mais do que aquilo que damos).
Existe felicidade em dar sem receber, porque ao dar um pouco de nós, ao não viver única e simplesmente para nós, a vida ganha outro sentido e sentimo-nos… “úteis”.

Lembro-me bem de um post que escrevi sobre complexos e como eles nos tiram a vida. O medo tira-nos a vida, o medo de perder. Para quê esse medo? Pelo simples facto de existirmos estamos a perder, porque tudo à nossa volta nos influencia a vida e é impossível sermos indiferentes ao mundo. Mesmo que pensemos ser capazes de tal, isso não passa de uma ilusão. É algo de que muitos se convencem para se sentirem melhor consigo mesmos.

Porquê afastar? Porquê desistir? Porquê evitar?
Estamos vivos! Somos humanos! Por mais que tentemos negar esse facto, é inegável!
Ao longo da nossa vida desejaremos sempre algo complicado de conseguir e não vale a pena fingir que isso não existe, porque existe.
Se nunca sequer tentarmos ter aquilo que desejamos, vamos sempre sentir-nos inúteis, vazios e incompletos.

É o desafio que dá sentido à vida. É pôr um pouco de nós em tudo o que fazemos. É com o sofrimento que aprendemos. É com o esforço que valorizamos aquilo que temos.

Contermo-nos a vida toda e fugirmos aos nossos sentimentos não trará nada mais que sofrimento.
Temos de aceitar a realidade: temos vida, agora compete-nos a nós vivê-la. E que direito temos nós de não a viver, quando há tantos que nunca o puderam fazer?


*A ouvir Yiruma - All myself to you* ^^


Segunda-feira, Dezembro 15, 2008

Volteiiii!

Sim, ao fim de mais de um ano ausente decidi voltar a escrever. Tive saudades.
Entrei na faculdade e estou atulhada de trabalho, mas como sou "um bocado" baldas pode ser que de vez em quando escreva algumas linhas, afinal já sentia falta de publicar um bocadinho dos meus pensamentos (interessantes ou não, isso não importa).

Destino.
Fala-se muito no destino e, de facto, há situações que parecem estar destinadas a acontecer.
É um conceito que me traz muitas dúvidas.
A minha avó tem 72 anos e com 72 anos qualquer analfabeto pode ser minimamente sabedor, basta saber utilizar devidamente a experiência que adquiriu (ou deveria ter adquirido). Diz-me ela, da sua experiência, que acredita no destino. Que por mais que lutemos contra ele, ele leva a melhor.
Não sou capaz de discordar. Podemos espernear, chorar, lutar... whatever... Há coisas que acontecem quer queiramos quer não e por vezes são mesmo as melhores que nos podiam acontecer.

Se notarmos bem, é impressionante o impacte que os mais pequenos e insignificantes detalhes da nossa vida têm em nós.
Aspectos em que nunca reparamos, como, por exemplo, o local onde vivemos, na verdade determina uma grande parte daquilo a que chamados de “destino”. Determina uma porção significativa dos amigos que fazemos, consequentemente a nossa forma de pensar, determina o caminho que temos de fazer todos os dias para o local de trabalho e os meios que utilizamos, e também o nosso estado de espírito (afinal, se vivermos no meio de um esgoto mais facilmente andaremos mal humorados).
Podemos dizer que é o destino vivermos onde vivemos?

Pensando bem...
As coisas acontecem simplesmente. Só conhecemos uma realidade, a nossa, mais nenhuma. Então, é claro que achamos que aquilo que nos aconteceu de bom foi o melhor que poderia ter acontecido, porque não conhecemos nada melhor.
Nós, humanos, gostamos muito de ver coisas onde elas não existem. É uma necessidade constante de explicar aquilo que não compreendemos. Recusamo-nos a aceitar que simplesmente as coisas são como são, sem nenhum significado obscuro.
De forma que inventamos este conceito, o destino, para encontrar uma razão para aquilo que nos acontece.

“Se eu não estivesse naquele local, àquela hora, naquela situação, nunca teria conhecido aquela pessoa que hoje é tão importante para mim e sem ela já nem sei viver”. Pensamos coisas deste estilo muitas vezes. Muitos dizem que foi o destino, outros dizem que foi o acaso, outros dizem que foi sorte. Eu digo que mais vale não desenvolver muito este problema e aceitar simplesmente a vida como ela nos foi dada. Mais vale procurar tirar experiência enriquecedora daquilo que nos aconteceu, do que estar a pensar em como seria a nossa vida se tal não nos tivesse acontecido. Tal coisa é impossível saber, é um pensamento inútil.

Aborrece-me a ideia de não ter controlo sobre a minha vida, dado que “tudo nos está destinado”. Gosto mais de pensar que o meu único destino é lutar contra ele, pois é assim que sou desde sempre e gosto de lutar por aquilo que quero (mesmo que seja em vão).

Se existe destino ou não? Nunca vamos saber. Isso agora depende de cada um de nós o sentido e a explicação que damos à nossa vida.
O nosso único destino real é, de facto, morrer. É a única coisa que nos é absolutamente certa desde o dia em que nascemos (a não ser, claro, que acreditemos em vampiros e outras criaturas míticas que eu adoraria conhecer lol).
Assim, o que fazemos pelo meio depende de tantos mas tantos factores que não podemos responsabilizar unicamente o destino. Aliás, acho que responsabilizá-lo é uma maneira subtil de nos descarregarmos da culpa que temos da vida que levamos ou de nos contentarmos com miseráveis eventos.

E aqui estive a escrever para não chegar a conclusão nenhuma. Mas também por mais que escrevesse nunca lá teria chegado, a não ser que pudéssemos ver o invisível. Aí sim conseguiríamos ter certezas quanto à existência ou não de destino.


O meu desenho "Fate" :D


*A ouvir Opeth - To Bid You Farewell* ^^


Quarta-feira, Maio 02, 2007

As pessoas ficam satisfeitas tão facilmente...

É impressionante a quantidade de losers que andam por aí e que se fazem passar pelo melhor que há!
Para se ser o melhor não é preciso ter talento, ter uma personalidade forte, ter inteligência... não! O que é preciso é ter uma quantidade de descaramento suficiente para manipular os outros. Não há interesse pelo DESAFIO de se ser de facto o melhor.

Isto agrava-se especialmente graças à internet, as pessoas ficam satisfeitas se tiverem popularidade e pronto. Isso é fácil, basta passar dias a fio a fazer spam (comentários do estilo "ai tão gira que é a tua página, passa na minha, fica bem" ou simplesmente "nice") em blogs ou outros sites para que depois venham ver o nosso e aumentem o número de visitas na página e de comentários (e a maior parte destes são também spam)...
Agora digam-me, o que interessa um estúpido número de visitas na nossa página na internet? O que interessa um monte comentários inúteis e egoístas?

Por exemplo, no site onde costumo pôr os meus desenhos, o deviantart, é assim... Vejo alguns a copiarem descaradamente os trabalhos de artistas famosos apenas para aumentarem os seus page views. Alguns limitam-se simplesmente a fazer copy paste! ... E pronto! Está a satisfação garantida. Talento? Não têm nenhum, mas se abrirem a página destas pessoas na net verão com certeza que têm imensa popularidade e isso é que interessa!
Já ninguém quer saber de originalidade... de tentar fazer coisas inovadoras, que isso às vezes pode não agradar a toda a gente. Já ninguém se desafia a si próprio... "Eu tenho de conseguir fazer isto ou aquilo bem!"... Agora se não se consegue com o próprio esforço copia-se de outro! Perfeito!

E assim ficam todos mais ignorantes, mais preguiçosos e mais degradados... e cada vez há mais burrice nesta sociedade...
Tenho vindo a criticar desde sempre esta estupidez que quase toda a gente comete. Centram-se no aspecto estético e nada mais. Não são capazes de ver para além disso, não são capazes de realmente apreciar arte. Se olharmos bem, nas grandes obras de arte há sempre significados escondidos, criticas à sociedade da época... montes de mistérios interessantíssimos! Para mim, é uma das coisas mais fascinantes em muitos pintores ou escritores. Mas já ninguém quer saber disso e se cometem este erro fatal com a arte, cometem mais ainda com as pessoas...

E com as pessoas é pior ainda...
Quanta gente não tem uma vida paralela na internet, nos chats... Alguns deixam-se consumir totalmente por esta fantasia e deixam de viver no mundo real.
Podemos ser qualquer pessoa quando estamos escondidos atrás dum monitor. Podemos ser Jesus Cristo ou o Pinto da Costa. Podemos ser dezenas de pessoas diferentes... não interessa... podemos ser quem quisermos, quando quisermos... Basta uma considerável quantidade de descaramento (que felizmente eu não tenho e nem imagino como seja ter tal coisa...).
Na net somos o que damos a entender que somos.

E qual é o interesse de tudo isto? Ter pessoas na net que nos amam, se nem sequer amam quem realmente somos? Se amam aquilo que dizemos que somos? Isso nem sequer é amor!
E assim se vai perdendo algo maravilhoso na vida que é estar com aqueles de quem gostamos pessoalmente. Olhar nos olhos, ouvir a voz, ver as bochechas a ficarem vermelhas, ver uma lágrima ao canto dos olhos avermelhados, ver um sorriso... Coisas insubstituíveis por um conjunto de letras no nosso monitor ou mesmo por uma chamada telefónica...

Agora é tudo tão... impessoal...

É tudo tão fácil... É só PARECER que temos talento e que somos pessoas bestiais... É só fazer copy paste e escrever frases bonitas... É só isto... Só isto... Assim agradamos a um monte de gente que não conhecemos, que também se escondem atrás do monitor... Um monte de gente falsa também......
Mas esta falsa felicidade parece agradar a muitos.


Eu cá prefiro conhecer a verdadeira personalidade das pessoas, prefiro alcançar objectivos pelo meu próprio esforço... Não sou capaz de viver à custa de outros, não sou capaz de copiar a arte de outros, não sou capaz de fingir ser alguém que não sou, não sou capaz de não pôr um pouco de mim em tudo o que faço,...

E também neste blog está um pouco de mim, da verdadeira Ana S.T., porque também não há nenhuma Ana S.T. falsa...

E pronto... Está dito.

Já agora, sou só eu ou o blogger está meio estúpido? Foi uma tortura para conseguir fazer login! Que se passa com esta paneleirice?

*A ouvir Stone Sour - Through the Glass* ^^


Quinta-feira, Abril 19, 2007

Argh! Voltei a ter pesadelos!!

Mas desta vez não foram daqueles pesadelos mega gore que costumo ter... desta vez sonhei que tinha sido abandonada por todos aqueles de quem gosto... Que estavam todos zangados comigo sem razão aparente e, de facto, essa é uma das coisas que mais odeio que me façam. Até a minha avó estava a refilar comigo! Whatever whatever... Resumidamente foi mau.

No dia seguinte tomei uma decisão. Decidi que tinha de mudar aquelas coisinhas más em mim que irritam tanto as pessoas de quem gosto. Decidi evitar desculpar-me com coisas do tipo "ahh a culpa não é minha, foi a vida má que me traumatizou!". Decidi deixar de usar este argumento para não fazer nada em relação a certos defeitos meus. Decidi que me ia esforçar mais para agradar a quem amo.
Se não lutar para me mudar, os defeitos vão aumentando ao longo da vida e há de chegar a um ponto em que me torno completamente insuportável para seja quem for, não?!


É isto que tenho feito para não deixar que o pesadelo se torne realidade.

O meu pesadelo foi como um aviso de que as coisas não andavam bem. Foi uma forma de abrir os olhos.

Podemos errar uma, duas, trinta, cem, duzentas vezes... Mas se tentarmos mudar, alguma coisa havemos de melhorar. Errar é humano, mas está nas nossas mãos errar o menos possível para estarmos em harmonia com os outros.

Não vou deixar que aquilo se torne real, FODA-SE!


*A ouvir David Guetta - The world is mine (Deep Dish remix)* ^^



Quarta-feira, Abril 11, 2007

"Nada é perfeito" dizem...
Uma frase típica que parece ser do senso comum e da qual discordo totalmente, uma barbaridade!
Essa frase não passa de egocentrismo puro que nós, humanos, temos por natureza... Achamo-nos os melhores, os maiores, os únicos que por cá andam... Facto é que somos exactamente o contrário. Tudo é perfeito, menos nós e tudo aquilo que por nós é criado.

A Natureza é perfeita e quanto mais estudo biologia mais me apercebo disso.
Cada animal, por mais insignificante que possa parecer, tem um papel importantíssimo na manutenção do equilíbrio do ecossistema. É mesmo espantoso, por exemplo, como o ciclo da vida está perfeitamente organizado, a matéria é constantemente renovada e nunca há falta. Ou a indispensável relação predador e presa que, não só contribui para que as populações se mantenham num número razoável, mas também contribui para a própria evolução! A mínima falha que apareça é imediatamente eliminada!
E muitos outros argumentos poderemos ir buscar para apoiar a perfeição da Natureza.

Depois aparecemos nós que de perfeitos não temos nada.
Achamo-nos super por termos um cérebro mais leet que qualquer outra espécie. Francamente, mais valia sermos primitivos...
De que nos serve este cérebro se existe quem nade em dinheiro, que deite toneladas de comida fora por dia e quem seja paupérrimo, que morra de fome e de sede mesmo sendo do conhecimento geral. Nem para os da nossa própria espécie somos bons. Como podemos esperar contribuir para um ecossistema??

Mas se só nos fizéssemos mal a nós mesmos e não interferíssemos com o resto... mas não. Fazemos questão de estragar aquele perfeito equilíbrio que se mantém muito antes do primeiro humano ver o mundo. Extinguimos espécies, arrasamos florestas, poluímos rios, intoxicamos a atmosfera, ... Sim, nós! Para o desgaste do planeta, todos nós contribuímos todos o dias pelo simples facto de pertencermos a esta sociedade (e que outra escolha temos nós?).

Solução? Não há outra senão a extinção da nossa espécie. O nosso mal, na verdade, é este cérebro que, apesar de criar coisas fantásticas que não me passam ao lado, também nos dá estes defeitos que nos fazem cometer estupidezes incorrigíveis. Nenhum de nós é perfeito...

Não, não tenho repugnância por nós, também sou humana, apenas sei que tudo seria melhor se cá não estivéssemos. Somos a imperfeição da Natureza.

Apenas venho protestar contra essa frase. É mentira! Perfeição existe e não é só em Deus.

"Mother Earth" de Luis Royo

E é isto, por hoje. Este mês já vou postar mais, afinal é o meu mês e já amanhã passo a ter 17 anos. Isto do tempo passa depressa, porra!

*A ouvir Moonspell - Alma Mater* ^^


Segunda-feira, Março 19, 2007

As minhas sinceras desculpas aos poucos, mas existentes, leitores deste blog por esta longa ausência - não, o meu blog não acabou!
É que o pouco tempo que me sobra da escola e do estudo tem sido gasto a falar com amigos e a desenhar.

Aviso já que estou extremamente doente e vou escrever este post sob o efeito de febre e ressaca de um teste de matématica nestas condições. Por isso, se começar a disparatar... não liguem.

Bom, estava eu ali deitada na cama a tremer de frio e incapaz de sequer comer de jeito, quando me pus a pensar nos complexos.
Esta coisa que parece tão inofensiva e insignificante, na verdade anda a impedir-nos de viver.
Quantos de nós não hesitámos já em levantar o braço numa aula para responder a uma pergunta difícil, deixando a oportunidade para outro a responder?
Quantos de nós não recusámos um convite para uma festa ou uma saída divertidíssima apenas por ter medo de encontrar a pessoa "x" na situação "y"?
Quantos de nós não nos entregámos a uma pessoa que realmente nos merecia e a deixámos escapar, apenas pelo medo da sua traição?

E são estas e outras coisas, das melhores que a vida nos dá, que os complexos nos tiram todos os dias! Tão estupidamente...
E como se não bastasse todos nós termos uns certos complexos, estes ainda se agravam com as coisas más que passamos, chegando, em alguns casos, a tirar-nos a vida... literalmente...


Na verdade, eu prefiro, do fundo do coração, ser traída a nunca sequer ter alguém que me possa trair, se é que me entendem... Prefiro não estar sozinha, prefiro aproveitar a vida com pessoas perto de mim que, mesmo que me abandonem amanhã, hoje estejam do meu lado a fazer-me sorrir!
Mas depois os complexos parecem puxar-me para o outro lado, como se tentássem fazer-me acreditar que mais vale sózinha que mal acompanhada e coisas do estilo.

Não quero afastar as pessoas que amo! Não me quero isolar! Não quero ser infeliz por minha culpa!
Quero viver! Quero saborear ao máximo esta sorte que tive de estar aqui e de me serem dadas oportunidades como ir à escola ou fazer amigos! Quantos não o podem fazer...

Agir sem pensar é péssimo, mas pensar demais também... Pensar demais dá espaço aos complexos para actuarem e, como já não é a primeira vez que digo, mesmo que não os possamos fazer desaparecer por completo, que ao menos não deixemos que assumam controlo.
Aprender a viver também passa por sabermos balançar as coisas. Tudo o que é a mais ou a menos faz mal!

E é isto...


Um dos meus desenhos "Lies"

*A ouvir silêncio, que me doi a cabeça*

PS: Feliz dia do pai, papá.
Hoje entristeceu-me ver a quantidade de gente que deseja "feliz dia do pai" ao pai da forma mais apática possível!
Sabem lá...